E quando as atualizações das redes sociais colidem com os estudos…
Nokia e Microsoft: um casamento já com filhos no colo!?
Publicado: 9 de março de 2011 em TecnologiaTags:Dispositivos Móveis, KDE, Microsoft, Nokia, QT, Smartphone, Stephen Elop, Steve Ballmer, Tablets, Tecnologia, Windows Phone, Windows Vista
Os portais, blogs e demais mídias (impressas, televisionadas ou “tocadas”) comentaram nos últimos meses o anunciado acordo, com cara de casamento entre Microsoft e Nokia. Este casamento, pareceu mesmo aqueles à moda de “engravidou, agora vai ter de casar”. Vejamos por esse ângulo que alguns veem nessa união um início de instabilidade no interior da maior fabricante de aparelhos celulares do planeta. A Nokia desenvolve e mantem seu sistema operacional para seus dispositivos móveis, em destaque, seus smartphones, o Symbian. Com a entrada da Microsoft na jogada, o Windows Phone – novo sistema operacional da empresa de Steve Ballmer para dispositivos móveis que tentou embarcar em um smartphone de mesmo nome e que não obteve sucesso no mercado (lembrando o Windows Vista) – passaria a habitar os smartphones da companhia Finlandesa. Eis o princípio de umas das polêmicas ou dos riscos da parceria: como ficaria o desenvolvimento e manutenção do já criado Symbian? e a equipe responsável, quais os possíveis impactos sobre ela?
Vamos pensar pelo lado da equipe de desenvolvimento responsável pelo Symbian: 1) suas possíveis frustrações com a companhia; 2) sua possível dispensa; e, não muito distantes, 3) possíveis represárias.
Frustrações em “Desenvolvimento”
As primeiras frustrações foram encaradas pelo mundo da tecnologia como retrações no desenvolvimento de projetos como o MeeGo (plataforma baseada em Linux e voltada para dispositivos móveis, fruto de uma parceria com a Intel), a QT (biblioteca opensource base para projetos como o KDE – interface muito utilizada em distribuições Linux – e demais plataformas). A saída de um resonsável pelo MeeGo. A repercussão de um possível abandono desses projetos – inclusive em comparação com o caso Oracle-Sun, que culminou num afastamento da comunidade OpenSouce envolvida com o OpenOffice após rumores de uma possivel morte prematura deste projeto após a infiltração de interesses Oracle na Sun (pós-aquisição desta por aquela) – também contribuiu para outras visões desanimadoras.
Um questionamento a fazer é: após todo este rebuliço sobre a sobreposição do sistema Windows Phone ao sistema Symbian, como ficam os ânimos de uma equipe já dedicada e estusiasmada com este projeto?
Ânimos? Sim. Caso prefiram chamar motivação o fruto desses ânimos, sintam-se à vontade, uma vez que uma equipe sem motivação – ou com ela abalada – terá problemas para se manter, para desenvolver. Não precisaremos nem citar as inúmeras pesquisas acadêmicas envolvendo o tema “motivação” e sua relação com a produtividade. Ainda que a as mesmas fontes que divulgaram a nova parceria da Microsoft com a Nokia tenham dito que esta pretende manter, por algum tempo, a fabricação de smartphones embarcados com o Symbian – o que pode já simbolizar um anúncio de vida não muito longa para o sistema e os responsáveis remanescentes pelo desenvolvimento dele ficariam na terrível expectativa.
A situação dos desenvolvedores pode ser comparada à situação daquele departamento de empresa [no qual você trabalha] que de uma hora para outra recebe a informação de que o “sobrinho-primo-cunhado-afilhado” do diretor vai assumir a chefia do outro departamento que fará o seu não ter mais tanta importância, mas permanecer numa espécie de estado vegetativo dentro da corporação. Ai fica aquela pontuda ideia: “o departamento do ‘sobrinho-primo-cunhado-afilhado’ é que importa na empresa, pois os demais não passam de motivos para agradar os clientes, cumprir com as exigências das fiscalizações e órgãos legais, afinal a empresa não pode perder tempo…”
Tempo talvez seja o que levou a Microsoft a repensar sua participação no mercado de dispositivos móveis. Uma “repensada” um pouco atrasada… “ou nem tanto!” pois ainda havia a possibilidade de se associar à maior das fabricantes e com isso “impor” seu software ao mercado com o peso de duas tradições: a de hardware móvel (Nokia) e a de sistema operacional (Microsoft).
Entradas e Saídas
Teorias da conspiração à parte, mas “links” para serem feitos à vontade do “freguês”… Recentemente, Stephen Elop se tornou presidente executivo da Nokia. Seu empregador anterior, também em cargo de direção, fora nada mais nada menos que Microsoft. Como disse, teorias da conspiração à parte, estamos falando de negócios, de parcerias, de mercados a serem atingidos, custos a serem reduzidos, sistemas operacionais móveis a serem desencalhados… ops.. Mister Elop chegou a rebater publicamente que não se trata de um “cavalo de Tróia” (presentão de grego e praga já conhecida da Microsoft e seus sistemas operacionais). Segundo o executivo, a decisão da Nokia de se aliar à Microsoft partiu de todo o conselho de diretores da empresa finlandesa. Elop ainda detém uma considerável quantidade de papéis, ações da mãe – e filha do titio Bill – do Windows. A detenção das ações fora também explicada por meio de acordos com a Microsoft que proíbem, por certo tempo, a venda dos papéis por ex-membros da companhia.
Enquanto Stephen Elop parece satisfeito com o novo cargo, na nova companhia e com os novos frutos comerciais, muitos desenvolvedores da Nokia, participantes do projeto Symbian temem prováveis despensas. Afinal, se não vai haver continuidade no projeto ou se esse duraré apenas mais algum período, pode não haver a necessidade de um grande contingente de mentes e braços envolvidos. Medo comum a muitos funcionários de muitas companhias em momentos de troca de chefia, venda, cortes de custos etc. haja vista se houve a entrada do “sobrinho-primo-cunhado-afilhado” e seu novo time. Com isso, outra pergunta também fica no ar: será que, mesmo com o desligamento da companhia, esses profissionais talentosos e dedicados ao Symbian irão abandoná-lo? ou se formarão criando uma comunidade livre do “sobrinho-primo-cunhado-afilhado” do chefe? Espero que seus talentos e projetos não sejam enterrados vivos.
Revolta?!
É revoltante receber a informação de que seu setor, sua equipe não serão mais tão importantes para o andar das coisas na empresa, né? Ou mesmo – e terrivelmente pior – saber que você e sua equipe são importantes sim, mas devido ao rumos trocados da empresa, seus serviços só servirão por mais algum tempo… então comece a enviar currículos, peça uma carta de recomendações etc. A revolta pode ser até reacionária, pode ela vir acompanhada de riscos ao patrimônio da companhia, com sabotagens, com furtos de equipamentos, ideias, projetos inteiros. Exemplos desse tipo de crimes corporativos desencadeados por revoltas pós-perda-de-emprego ou substituição de cargos são muito comuns nos noticiários, nos portais sobre tecnologia; algumas pesquisas já até divulgaram estatisticas sobre a “portabilidade de dados corporativos”, ou seja, a “pegada” emprestada de arquivos da empresa por funcionários que deixam a empresa rumo a outras veredes profissionais. Time desmotivado por gerar um time revoltados que, por sua vez, pode gerar um time… tirem suas conclusões, analisando o caso em questão.
Windows no Smartphone: será que vai ter tela azul?
Que o sistema operacional Windows da Microsoft ocupa mais de 90% dos computadores (desktops, laptops e netbooks) já sabemos, da mesma forma que sabemos o quanto de problemas essa “dependência” operacional nos trouxe. Travamentos, lentidão, falta de drivers para os dispositivos acoplados, pragas e mais pragas virtuais criadas para sabotá-lo e aquela famigerada tela azul que trazia a subliminar mensagem “você está ferrado!”. Não entrarei no mérito de outros sistemas operacionais aqui, sendo ou não melhores que o Windows. Mas entrarei num ponto muito importante: a visão do consumidor, o mesmo consumidor que se tornou ainda mais exigente e participante nos produtos, nas marcas. O novo consumidor, o que gosto de chamar de “e-consumidor” nasceu usando Windows, em sua maioria, seja no trabalho ou em casa, mas aprendeu a navegar na Internet e a curtir sua bagagem diária de multimídia em smartphones, os quais, em sua maioria não usavam o sistema operacional da Microsoft. O que isso pode significar? Que tal um: “pelo menos aqui não trava tanto, não preciso ficar formatando, não sofro tanto com vírus e com aquela lentidão em alguns programas, nem preciso baixar codecs para rodar minhas mp3”. O Android, por exemplo, caiu no gosto até mesmo dos usuários finais de sistemas operacionais. A versatilidade de sistemas como o citado da Google, tornou a vida do usuário, consumidor atual, uma vida mais simples e até mesmo agradável de se levar pelas bandas virtuais.
Não pretendo sequer atestar aqui que os demais sistemas operacionais para smartphones, tais como o Android, o BlackBerry (uso este em sua versão 4.6.x.x.x e volta e meia tenho problemas de travamento), iPhone OS, Symbian etc. não possuem falhas, não travam, não estão sujeitos a ameaças digitais. Mas levanto aqui umas questões simples e incisivas: será que Windows Phone no smartphone Nokia vai colar? será que fará frente aos concorrentes Android e iPhone Os? Bom, os executivos da Microsoft que investiu cerca de U$1 bilhão para firmar o acordo com a Nokia e embarcar seu sistema operacional em seus aparelhos. A última notícia de jornal que li, até o momento em que escrevo esta linha, sobre o tal acordo, é que as ações da Nokia já caíram 25% desde o anúncio da parceria, no início de fevereiro. Percepções. Clientes. Expectativas!?!
Na hora de comprar, que processador escolher?
Publicado: 12 de janeiro de 2011 em TecnologiaTags:Clientes, Desktop, i3, i5, i7, Intel, Intel Hyper-Threading, Intel Turbo Boost, laptop, memória RAM, Processadores, Tarefas, Velocidade
Para aqueles que estão na iminência de comprar aquele laptop ou mesmo desktop e ficam fascinados e também enrolados com as novas tecnologias de processadores. Isso tudo se torna ainda mais confuso com os palpites de alguns no sentido de “tem que comprar o i7, pois i5 e i3 não presta, vai travar!”, muitas vezes, esses sujeitos sequer sabem o significado dessa siglas e respectivas tecnologias. Como o cara que diz que precisa comprar aquele aparelho celular com isso e aquilo que nem sab para que serve, mas que tem de comprar, pois é o último lançamento.
A relação custo-benefício se faz presente nas orientações, na consultoria que dou a clientes, parceiros, amigos e demais interessados. Costumo dizer que a máquina ideal é aquela que consegue atender às suas necessidades de uso cotidiano sem ferir profundamente seu orçamento. O fetiche do consumo atinge a muitos de nós, seja em menor ou maior grau, logo, seria hipocrisia dizer que não podemos nos fascinar pelas novidades. Tecnologia é fascinante. Mas também requer investimento $. A análise abaixo, busca ser de fácil digestão para o usuário final, sem aprofundamento (que pode ser adquirido em garimpo pela Internet, a partir da necessidade e com algumas sugestões que insiro no texto abaixo), sem muito “tecniquês”.
Começarei uma série de sugestões para avaliação e compra de equipamentos com esclarecimentos sobre a família de processadores Intel “i” (i3, i5, i7). Espero que gostem e apresentem críticas construtivas e dúvidas. Boa leitura!
ESCLARECIMENTOS SOBRE A “FAMÍLIA” DE PROCESSADORES INTEL “i”
A priori, podemos considerá-los como uma linha de processadores voltados à multitarefas, algo que se tornou quase que corriqueiro ao perfil de usuários e principalmente de internautas da primeira década dos anos 2000. Várias janelas abertas de respectivos e diversos aplicativos; escutar música, assistir vídeos, trabalhar com textos e planilhas, abrir uma janela do navegador com um jogo via web embarcado numa rede social. Dessa forma, nosso cérebro também de mostra propício a encarar o dia com simultaneidade nas tarefas. Os processadores precisaram também acompanhar esta que considero uma maturidade da mente humana.
Do ponto de vista técnico, mas sem muito tecniquêz, um processador i [seja 3, 5 ou 7) simula vários núcleos de processamento voltados para estas muitas tarefas as quais mencionei acima.
O processador i3 substitui o antecessor Core2Duo e o carro-chefe da tecnologia fica a cargo do fator Intel Hyper-Threading o qual, em momentos de aplicações simultâneas cria uma atmosfera que “duplica” os núcleos de processamento. Logo, o i3 será reconhecido pelo Windows, por exemplo, como contendo 4 núcleos. Jogos, vídeos, editores de audio (e vídeo), aplicativos de escritório, como o pacotes MS Office, rodam sem problemas nesta plataforma. Outro ponto positivo da família “i”, por sua vez, presente neste i3, é um melhor e mais eficaz gerenciamento da memória RAM e também de vídeo (ótimo para o pessoal dos jogos e que querem jogar também nos laptops sem uma placa dedicada – offboard). Leve em conta que o que faz você ter seu computador “mais rápido” nas suas aplicações cotidianas – seja de entretenimento, seja profissional – é o trabalho em conjunto de processador+memória RAM. Ter uma “gordura” de memória sem um bom gerenciamento da mesma pode causar decepções, desapontamentos e exclamações do tipo “esta porcaria tem memória caindo pelos lados e continua travando nas janelas!”.
O processador i5, o irmão do meio da família, possui 2 ou quatro núcleos de processamento e além da tecnologia Intel Hyper-Threading possuem a Turbo Boost. O Turbo Boost promete elevar o desempenho do processador por “manter guarda” diante de três fatores importantíssimos para a saúde do processador (ou melhor, do processamento das tarefas): frequência, voltagem e temperatura do processador. Sendo assim, segundo a fabricante, o i5 trabalhará de forma inteligente, tomando as devidas iniciativas para resolver o problema em uma das três nuanças. Por falar em nuanças, variações, o i5 possui pelo menos 6 modelos (frequência e emulação de núcleos fazem a diferença). Pode verificar as diferenças na tabela abaixo (extraída do artigo do Baixaki, no link: http://goo.gl/VWT8j ):
| Modelo | Frequência | Núcleos | Tecnologia | Memória cache | Tecnologia HT | Vídeo | Tipo de memória | Turbo Boost | Soquete |
| i5-650 | 3,2 GHz | 2 | 32 nm | 4 MB (nível L3) | Sim (emula 4 núcleos) | Sim | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (Até 3,46 GHz) | LGA 1156 |
| i5-660 | 3,33 GHz | 2 | 32 nm | 4 MB (nível L3) | Sim (emula 4 núcleos) | Sim | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (Até 3,6 GHz) | LGA 1156 |
| i5-661 | 3,33 GHz | 2 | 32 nm | 4 MB (nível L3) | Sim (emula 4 núcleos) | Sim | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (Até 3,6 GHz) | LGA 1156 |
| i5-670 | 3,56 GHz | 2 | 32 nm | 4 MB (nível L3) | Sim (emula 4 núcleos) | Sim | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (até 3,73 GHz) | LGA 1156 |
| i5-750 | 2,66 GHz | 4 | 45 nm | 8 MB (nível L3) | Não | Não | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (Até 3,2 GHz) | LGA 1156 |
| i5-750s | 2,40 GHz | 4 | 45 nm | 8 MB (nível L3) | Não | Não | DDR3 (até 1333 MHz) | Sim (Até 3,2 GHz) |
Informações mais aprofundadas sobre a tecnologia Turbo Boost pode ser conferida em: http://goo.gl/lrXdG
No artigo em questão, há um trecho com o qual concordo em gênero e grau, no que se refere ao investimento em um processador i5:
Investir tanto num processador e numa placa-mãe pode ser um desperdício de dinheiro em alguns casos. Usuários que vão rodar games de última geração e aplicativos de edição de vídeo talvez nem precisem de um i5. Considerando-se que tais tarefas requisitam muito mais desempenho da placa de vídeo do que poder de processamento do CPU, o gasto pode ser desinteressante.
Realmente, a aquisição de uma tecnologia precisa, antes da vaidade, do modismo, do desejo de consumo e do palpite do colega que diz ser a quantidade acima de tudo, estar focada na necessidade , nas especificidades das tarefas desempenhadas, no que forma o perfil do usuário.
O processador i7, o garotão mais forte da família. Este carrega tecnologias de fazer cair o queixo dos usuários mais entusiastas, os hard users ou profissionais que requerem mais processamento. Os nomes dos “anabolizantes” são: Intel Hyper-Threading, Intel Turbo Boost, Intel HD Boost e Intel QPI. Os núcleos desse processador são 4 por padrão, somente um deles é equipado com 6 núcleos (o queixo do colega nerd/geek deve ter caído agora).
O HD Boost possibilita uma “conversa” mais amigável entre alguns programas que necessitam de instruções diretas ao processador. Tarefas de altíssimo desempenho serão bem recebidas por ele.
O QPI (QuickPath Interconnect) faz o papel de um “encurtador” do caminho, aumentando a banda de transmissão de dados para até incríveis 25.6 GB/s. Artigo de luxo presente apenas nas versões i7-900. Confira abaixo o resumo das qualificações do garoto i7:
| Modelo | Frequência | Núcleos | Memória cache | Tecnologia HT | Tipo de memória | Turbo Boost | Soquete |
| i7-860 | 2,8 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1333 MHz) | Até 3,46 GHz | LGA 1156 |
| i7-860s | 2,53 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1333 MHz) | Até 3,46 GHz | LGA 1156 |
| i7-870 | 2,93 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1333 MHz) | Até 3,6 GHz | LGA 1156 |
| i7-920 | 2,66 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 2,93 GHz | LGA 1366 |
| i7-940 | 2,93 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,2 GHz | LGA 1366 |
| i7-950 | 3,06 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,32 GHz | LGA 1366 |
| i7-960 | 3,2 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,46 GHz | LGA 1366 |
| i7-965 | 3,2 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,46 GHz | LGA 1366 |
| i7-975 | 3,33 GHz | 4 | 8 MB (nível L3) | Sim (emula 8 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,6 GHz | LGA 1366 |
| i7-980X | 3,33 GHz | 6 | 12 MB (nível L3) | Sim (emula 12 núcleos) | DDR3 (até 1066 MHz) | Até 3,6 |
Não trataremos de valores aqui, mas estes podem ser pesquisados nos mais diversos sites de venda de equipamentos de informática e em artigos como o citado aqui, no Baixaki: http://goo.gl/VWT8j )
Bom dia, pessoal, cá estou de volta ao meu “espaço digital para escrita mais longas” e em minha postagem com o aplicativo WordPress para o smartphone… Que seja hoje uma escrita “não tão longa” (embora aqui, em meio ao engarrfamento da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, tenha bastante tempo ainda até o escritório…)que trataria da nossa fabulosa capacidade de evoluirmos em pensamentos e em posturas, isso mais evidente agora com essa expansão fantástica acesso às novas mídias.
Nos últimos dias, tenho lido bastante sobre discussões envolvendo o “namoro” – cada vez com mais cara de casamento – entre as mídias sociais e as mídias que podemos chamar aqui de tradicionais (esse parênteses vai ser um literal parênteses, pois como disse posto do smartphone, com fones de ouvido, escutando música e enquanto digitava as palavras pouco antes começou a tocar Pride do U2 hehehe eita vida conectada e multimídia… Reforço à união estável entre as mídias…) os jornais, revistas e até a TV. Acabei de ler no jornal impresso sobre minha mochila, em meu colo, aqui no ônibus, matéria tratando do projeto “Mumbai: vivendo o sonho”, do jornalista Fontanella-Khan, correspondente do Financial Times na Índia, tratando do dia a dia dos imigrantes… Novidade até então!? Poderia ser mais um Big Brother (como o próprio menciona na entevista ao Globo dessa quinta, 25/11/2010) ou um documentário ou ainda um matéria para estampar um dos cadernos do Financial… Mas a diferença se fez no uso do Facebook como ferramenta de brainstorming e feedback editorial. Segundo o jornalista, esta fora um experiência sem igual. A matéria possui previsão de publicação “tradicional” até os últimos dias desse ano. Enquanto isso, as contribuições da comunidade Facebook prosseguem.
Também tive uma experiência interessante ao resenhar o livro “A Revolução das Mídias Sociais”, do publicitário digital André Telles, via Twitter, com participação em comentários e, por conseguinte, divulgação do próprio autor, ao qual sigo no microblog.
Experiências como estas podem nos levar (como nossos cérebros que evoluem cada vez mais rápido, tentando seguir junto das novas mídias sociais) a refletir sobre a expressão “formadores de opinião”…
Pessoal, valeu a experiência via smartphone e o retorno ao blog… Volto depois… Uma ótima quinta!
Posted with WordPress for BlackBerry.
Boa noite (bom dia, pois já passa da meia noite), pessoal, estive em débito em relação a postagem aqui no blog… é… esse negócio de microblogs… twitter, tem tirado um pouco das postagens aqui… mas estou aqui para iniciarmos uma discussão sobre uma nova tecnologia que, além de contar com meu fascínio, acredito que veio para ficar e – assim como o advento das mídias sociais, do twitter principalmente que iniciei comentando – mudar muito nos nossos hábitos. O hábito da leitura seria o alvo aqui.
Durante todos os dias da minha vida, desde que conquistei a habilidade de ler, venho carregando livros, revistas, jornais comigo. A tela do PC, do laptop, tem sido companhias maravilhosas para minhas leituras diárias (julgo necessárias ao meu cérebro, para não usar o termo “vício”). Nos últimos meses – não que esta tecnologia tenha despontado agora – tenho acompanhado a evolução, divulgação e discussão em cima dos “e-readers”, os leitores digitais de livros, revistas, jornais etc. Um aparelhinho impressionante que permite a nós, amantes da leitura e dos estudos, carregar centenas e até milhares de exemplares em um espaço extremamente reduzido, cerca de 8 polegadas (contando, além da tela, o gabinete). Os livros já disponíveis para estes apetrechos são até mais baratos que os impressos, em alguns dos casos. No entanto, não há uma grande quantidade de exemplares em língua portuguesa ainda, se comparado aos similares impressos. (Editoras e livrarias, que não avançaram nesta tecnologia ainda, temem queda brusca nas vendas; “brusca”, pois como muitas tecnologias ditas de ponta, pode tomar de assalto “o que está aí”, ou o status quo.
Em matéria do jornal O Globo desta sexta-feira (13/08/2010), a gigante estadunidense Barnes & Noble da venda de livros, anuncia que, além de investir em outros produtos para expor em suas lojas físicas, vai investir na divulgação e venda de seu e-reader, o Nook. Ao mesmo tempo, a rede de lojas em questão, coloca-se à venda. Especula-se que, mesmo apresentando seu Nook e investindo na venda de exemplares digitais, a Barnes & Noble teme não ter o mesmo sucesso nas vendas como obtém com os livros impressos.
Inseguranças de mercado à parte, os e-readers já se mostram como uma realidade. A gigante do comércio online, a Amazon, apresentou o novo modelo do Kindle, agora com acesso à Rede wi-fi e 3G. Aqui no Brasil, temos o caso da livraria virtual Gato Sabido que comercializa uma gama considerável de e-books (livros digitais) e um leitor (e-reader) chamado Cool-Er por cerca de R$600,00 (o Kindle ainda não é vendido aqui e precisa ser importado, saindo por cerca de R$900,00/R$1.000,00). Existem outras opções de leitores no mercado, mas o preço não varia muito. O Ipad da Apple não seria bem um e-reader, até mesmo pela tela brilhante, ao contrário do Kindle e Cool-Er citados que possuem tela fosca com tecnologia e-ink que simula o papel e permite até leitura ao sol. O tablet da Apple tem agradado o público a acabou ganhando colocação entre os e-readers.

O Ipad e todo o "glamour" que a Apple consegue injetar em seus produtos. O tablet também se tornou um e-reader.
Não entrarei aqui no mérito da discussão sobre o fim ou não dos livros impressos. Deixo as imagens dos “brinquedos” para leitura e deixo que cada um possa “degustar” da melhor maneira com seus próprios temperos e acompanhamentos.
É um prazer estar de volta ao blog, aguardo os comentários de vocês para termos uma ótima interação neste espaço digital criado para discussões envolvendo educação (sempre em sentido amplo, compreendendo, no caso da discussão acima, “revisão” de hábitos, de posturas…) e tecnologia. Espero que curtam e compartilhem o post em suas demais mídias sociais.




